Maio 28, 2012



 O paraíso

 Perto de mim está o belo mar verde como a relva de um prado, sereno e calmo. Quem sabe quais serão os misteriosos seres que nestas águas habitam e que se escondem no gélido e sombrio fundo.
Mais ao longe, vejo uma praia com a areia mais límpida que já vi e essa mesma areia brilha como os raios de sol no verão. Nessa mesma praia há uma cabana que deve pertencer à pessoa mais feliz e sortuda do mundo, porque todos os dias pode contemplar esta bela paisagem tropical e paradisíaca.
Mais à frente, vê-se uma bela montanha cheia de plantas verdejantes e que contrasta com o azul cristalino do céu, que aparenta ter apenas algumas nuvens junto à linha do horizonte.
Esta ilha deve ser a única ilha do mundo que preserva a pureza do ar e a mais pura e verdadeira beleza da natureza. Com a sua presença, ela demonstra-nos e lembra-nos da nossa insignificância perante a implacável e paciente natureza que devíamos preservar mais cuidadosamente e com carinho.
Iúri, 6.º D

Maio 27, 2012


A ilha paradisíaca

Mesmo à minha frente está um mar verde esmeralda lindíssimo, um verdadeiro encanto para os olhos.
Depois tem uma ilha cuja areia é branca e sedosa.
A seguir à areia tem dezenas, aliás centenas de árvores com troncos castanhos e copas verdes, altas e arredondadas. Essas mesmas árvores cobrem a paradisíaca ilha até ao cume da alta colina.
Mesmo ao longe, tem o céu azul, azul-claro junto da linha do horizonte e mais escuro lá bem no alto.
Do lado direito da ilha, tem pequenas nuvens a decorar o céu infinito e azul. Mas, do lado esquerdo, tem uma fila de árvores até ao fim da ilha.
Se virarmos a ilha ao contrário, ela parece uma enorme colher de sopa a suportar o enorme oceano.
A ilha é tão bela como uma rosa vermelha, com pétalas macias e sedosa, uma verdadeira maravilha mundial.
Se cá pudesse viver era um sonho tornado realidade!

                                                                                      Vítor, 6.º D

Maio 16, 2012

A banana
A banana parece uma princesa, protegida pelo seu lindo vestido amarelo, às vezes esverdeado e outras vezes às pintas pretas. Tanto as bananas como as princesas têm vestidos diferentes. Ela, a banana tem sempre o mesmo feitio, o feitio da lua, em quarto crescente ou quarto minguante. Ou até, o feitio de uma boca sorridente! Ou de uma boca tristonha!... Para além disso, usam um chapéu que, quando estão juntos, as ligas umas às outras, como uma coroa coletiva unindo várias princesas.
Ao descascar, a banana tem um som suave como um pássaro voando!
- Quek, quek!- e-Trok, trok!
O seu som é somente o aviso! O sabor que está para chegar! E o cheiro, o cheiro!... suave e fresco como numa ilha tropical. É o perfume, é o sabor, é a beleza dos sentidos! É o sentido da cor! É o sentido do toque, a suavidade total.
Diogo A., 6.º D [Texto descritivo original]

As cerejeiras

A cerejeira é uma árvore linda e maravilhosa. Se imaginássemos muitas árvores de cerejas juntas pareceria um lugar encantado. Só de ver aqueles ramos pendurados, finos e entrelaçados com as cerejas macias, vermelhas e redondinhas, suspensas no ar e com um aroma fantástico, dá logo vontade de as comer.
Na primavera, as árvores em flor parecem um lençol cor de rosa estendido com todas as suas flores de diferentes tonalidades, coloridas, frescas e suaves.
No verão, vêm os frutos que são muito doces, vermelhos e que parecem pontinhos de cor suspensos nas árvores.
Por fim, já no outono e no inverno, a árvore fica fina, nua, muito pobrezinha e com um ar gélido e húmido.
Raquel, 6.º D [Texto descritivo original]

A minha árvore

A minha árvore é uma macieira e está no meu quintal onde passa os seus anos todos a dar frutos.
Na primavera começam a nascer as suas lindas flores brancas, já aí, eu passo as minhas tardes deitada na sombra dela a relaxar e a ouvir o vento a bater nas folhas e o chilrear dos pássaros.
No verão maravilhoso, com o calor abrasador do sol, lá estou eu na minha árvore a comer os seus frutos suaves, apetitosos e maravilhosos.
O cheirinho da macieira é tão doce que apetece estar lá sempre. Dá-me também sombra onde posso fazer os meus piqueniques, encostada ao seu tronco áspero e rugoso.
Nos raios de sol que atravessam por entre as suas magníficas folhas posso bronzear-me um bocadinho e saborear as suas maçãs encarnadas e docinhas.
No outono, as folhas mudam de cor e ficam amarelas, vermelhas, alaranjas e começam a cair quando o vento sopra bem forte. Aí, eu junto-as num monte e salto para cima delas.
No inverno, muitas das vezes, não posso estar à beira da minha querida árvore porque está quase sempre mau tempo mas fico a olhar para ela com o seu tronco alto e grosso, os seus ramos finos e compridos.
É a árvore mais bela! É a rainha do meu jardim!
Rafaela, 6.º D [Texto descritivo original]

 A cerejeira

No quintal da minha avó, existe uma árvore que a todos espanta e encanta. Essa árvore é a cerejeira do meu coração.
Tem um tronco enorme e uma copa verdejante e vistosa, onde cada folha parece ter um brilho especial que nenhuma outra árvore tem.
Na primavera, as suas flores são delicadas e perfumadas e, quando vem uma ligeira brisa, espalha o seu aromatizado perfume pelo ar.
As suas cerejas são as mais suculentas que já provei, tão pequenas, tão encarnadas que parecem ser bolas pequeninas mas que, apesar do seu tamanho,  todos os dias nos chamam à atenção. De uma doçura agradável que é um prazer comê-las a qualquer hora do dia.
Mas eis que vem o outono, despe a pobre árvore e expõe-na ao frio e às tempestades.
Todos querem continuar a ver aquela árvore composta mas cruzam os braços porque a Natureza assim o quer.
O melhor, contudo, está para acontecer pois na próxima primavera tudo se vai repetir.
Magda, 6.º D [Texto descritivo original]

O meu limoeiro

O meu limoeiro, no inverno, é grande, vistoso e é muito grande. Nunca perde folhas, está sempre elegante e majestoso como um verdadeiro rei.
Chega a primavera e começa a vir o calor. Ele começa a formar, como se fossem seus filhos os limões pequeninos, verdes e frágeis. Parece mesmo um verdadeiro pai a tapá-los e a cuidar deles entre as suas belas e lindas folhas.
No verão, os frutos que na primavera ainda eram crianças tornaram-se adultos amarelos e, quando ficam muito pesados, caem. Estão prontos para cumprir o seu destino. São tão bons de comer e tudo isto parece um milagre. 
O  gentil limoeiro dá-me também a sua gloriosa sombra enquanto o calor do verão esturrica tudo e todos.
Chega o outono e não há frutos para ninguém mas no verão, trará com certeza mais limões!

João, 6.º D [Texto descritivo original]